bem vindos

Número de visitantes: 2903090

ברוכים הבאים

www.hebraico.pro.br

Siga @Mhashamaim

Você é professor de Hebraico? Quer ficar mais conhecido e conseguir mais alunos? Clique aqui e saiba como!

Essa é uma tradução da página original de Fred P Miller. Não deixe de ver a página original clicando aqui. Traduzido para o português por Samuel Monteiro.

Voltar para a página do diretório

Q = O Grande Rolo de Isaías
Página de Introdução

IR PARA

I. Costuras
II. Lacunae
III. Fendas e Rasgos no Couro
IV. As dezessete tiras de couro que compõem o Rolo
V. Linhas, Vincos e Divisões não Devidos a Ragos na Página

VI. Peculiaridades Ortográficas que serão encontradas no Manuscrito de Qumran

A. Vav Para Qualquer Vogal

B. Vav e Yod São Alternados

C. Yod acrescentado a sufixos femininos e sufformativos

D. Yod é adicionado a alguns substantivos singulares femininos antes do sufixo de 3ms

E. A letra aleph e hei adicionadas a terminações

F. Hei é adicionado a muitos sufixos e sufformativos


VII. Duplo hei pode ser o quinto tronco
VIII. Ortografia aramaica
IX. Mais do que um escriba
X. Adições editoriais e marcas
XI. O uso de pontos para correções

Os pontos mais incomuns no manuscrito

Incríveis notações em miniatura


XII. Kituv e Qerey
XIII. Impressões digitais
Marcas e edições controversas

I. Costuras

O Rolo de Isaías é composto por 17 tiras de couro que foram costuradas para formar o Rolo. Algumas das costuras que formam as 17 seções estão em boas condições, algumas foram reparadas e algumas têm lugares que descosturaram-se mas não foram reparados. Alguns lugares quase perderam completamente o material de costura. O material entre a tiragem 16 e 17 (a última junta) desapareceu completamente.

II. Lacunae

Existem algumas lacunae ou partes que se separaram e deixaram lacunas no texto do Rolo. Estes são lugares onde pedaços do couro se desintegraram e caíram. As Lacunae podem ser encontradas nas páginas 1, 2, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 12, 15, 16 e 17, (onde a lacuna é devido a lascadas superficiais) e na página 38. A maioria dessas lacunas no texto englobam uma palavra ou uma parte de uma palavra que pode ser restaurada a partir do texto M e, em todos os casos, são consistentes com o texto ao seu redor.

III. Fendas e Rasgos no Couro

Algumas fendas no Rolo são devidas ao uso natural e ao desgaste. E algumas são devidas a trauma de uso descuidado ou acidente. As fendas e rasgos que são devidos ao desgaste e à separação natural do material podem ser vistos nas páginas 1 a 4 e 9, 10, 15, 17, 37, 39 , 43, 53 e 54. O pior rasgo acidental ou fenda é visto na página 12, onde o reparo se extende verticalmente por quase toda a página. Outras fendas devidas à manipulação descuidada estão nas páginas 18 e 38.

IV. As dezessete tiras de couro que compõem o Rolo

As seções são de tamanhos variados e contêm diferentes números de páginas nas 17 tiras que foram costuradas. Existem 54 páginas divididas nas 17 tiras. Dez tiras contêm três páginas; Cinco contêm quatro páginas e duas contêm duas páginas cada. As tiras com três páginas são as tiras número: 1, 6, 7, 9, 10, 11, 13, 14, 15 e 16. As tiras com quatro páginas são as tiras: 2, 3, 4, 5 e 12. As tiras com duas páginas são: 8 e 17.

Veja em detalhes:


Tira 1 ---- 3 páginas: 1 - 3
Tira 2 ---- 4 páginas: 4 - 7
Tira 3 ---- 4 páginas: 8 -11
Tira 4 ---- 4 páginas: 12 - 15
Tira 5 ---- 4 páginas: 16 - 19
Tira 6 ---- 3 páginas: 20 - 22
Tira 7 ---- 3 páginas: 23 - 25
Tira 8 ---- 2 páginas: 26 - 27
Tira 9 ---- 3 páginas: 28 - 30
Tira 10 --- 3 páginas: 31 - 33
Tira 11 --- 3 páginas: 34 - 36
Tira 12 --- 4 páginas: 37 - 40
Tira 13 --- 3 páginas: 41 - 43
Tira 14 --- 3 páginas: 44 - 46
Tira 15 --- 3 páginas: 47 - 49
Tira 16 --- 3 páginas: 50 - 52
Tira 17 --- 2 páginas: 53 - 54

V. Linhas, Vincos e Divisões não Devidos a Ragos na Página

Primeira causa provável
Uma série de páginas tem linhas verticais visíveis que não teriam sido aparentes no rolo original durante o primeiro século ou mais. As linhas verticais que agora aparecem dividindo a superfície do couro são possivelmente devido a duas causas. A primeira e mais óbvia é que o escriba original pode ter desenhado linhas para criar uma margem direita reta. Uma breve leitura é suficiente para notar-se a margem direita. Depois de terminar o texto, essa linha teria sido apagada e não teria sido visível por um longo período de tempo. Mas, à medida que os séculos de uso e armazenamento passaram, a impressão feita pela linha original começou a aparecer e uma divisão aparece na margem de várias páginas. Algumas páginas têm essa marca de cima para baixo e algumas são parcialmente visíveis, o que seria devido à pressão diferente colocada na página ao desenhar a linha. Uma guia de margem esquerda também pode ter sido desenhada fazendo a impressão que aparece no lado esquerdo de algumas páginas. Observe na primeira página que o material que caiu corresponde à margem. Felizmente, nenhum texto é perdido quando o couro se separa na margem.
Para exemplos dessas linhas, veja as páginas 1, 2, 3, 4, 5, esp. 6 e 7 e 27, 38, 41, 45, 46, 52 e 54.
Para uma ilustração de linhas-guia em um Rolo do Mar Morto veja o Pesher de Habukkuk.

Segunda causa provável
Uma segunda causa de algumas das marcas verticais (que na verdade são linhas muito retas para não ter uma razão discernível) seriam dobras. Elas podem representar algumas das linhas verticais da página central e a maioria, se não todas as linhas horizontais da página central. O material original teria sido dobrado antes de ser usado e costurado no Rolo. Essas dobras originais não teriam sido visíveis no material durante o primeiro século ou mais de uso; Mas depois da ação do tempo, clima e uso, as linhas começaram a aparecer nas dobras. Este é o motivo aparente das linhas horizontais, a maioria das quais estão no centro da página. Exemplos dessas linhas horizontais podem ser vistos nas páginas 1 a 27, 41 e 42. A ausência das linhas após 27 pode ser explicada por menos oxidação afetando o pergaminho na parte interna mais apertada do rolo. Exemplos de vincos verticais que aparecem possivelmente devido ao dobramento original podem ser vistos nas páginas 10, 11, 21, 24, 27, 41, 42, 51, 53 e 54.

VI. Peculiaridades Ortográficas que serão encontradas no Manuscrito de Qumran

A. Vav Para Qualquer Vogal

Existem adições de vogais que são destinadas a ajudar na pronúncia e identificação de formas que são peculiares aos escribas Q. Assim como os Massoretas inventaram pontos para indicar sons de vogais, os escribas Q adicionaram algumas semi-vogais ao texto. O uso de yod, vav e hei são freqüentes. A inserção de aleph como semi-vogal é menos frequente, mas não desconhecida. Vav é usado de uma maneira muito geral e o leitor de hebraico bíblico está acostumado a ver o vav representando as vogais "o" e "u". Mas os escribas Q são mais gerais com o uso do vav e eles o empregam com grande frequência para representar qualquer som de vogal desde shevá até qamets etc. Outro exemplo de vav = shevá está na página 27, linha 1. Ele é encontrado representando qualquer som de vogal. Para uma discussão do porquê este conceito é importante na identificação de uma palavra, veja as notas em "Siniym" na página 41 do Rolo nas notas na linha 12 [em breve]. Siga o link que está lá para as variações do nome Ezequias. Veja também uma nota na página 24 do rolo onde vav representa qamets.

B. Vav e Yod São Alternados

Vav e Yod são alternáveis. Muitas vezes você encontrará um vav onde espera encontrar um yod e um yod onde espera encontrar um vav. Isso também é frequente em Q.

C. Yod acrescentado a sufixos femininos e sufformativos

O sufixo de 2ª pessoa feminino singular (doravante 2fs) geralmente tem apenas o kaph, mas há algumas ocasiões em que um yod é anexado ao sufixo 2fs (incluindo kaph e hei), portanto "kiy" (כי) às vezes pode indicar 2fs. Nas primeiras páginas, o sufixo de 2ª pessoa masculino plural (doravante 2mpl) é escrito como em M, ou seja, "kem" (כם), mas nas últimas páginas há uma mudança e a mesma forma geralmente é escrita "kemah" (כמה) e o sufixo de 3ª pessoa masculino plural (doravante 3mpl) "hem" (הם) geralmente é "hemah" (המה). Qal perfeito (doravante pf) 2fs (escrito qatalte com shevá no texto M) está escrito "qataltiy" e será confundido com 1ª pessoa comum singular (doravante 1cs), mas o contexto mostrará que se trata de 2fs. O yod pode ser adicionado para evitar confundir a forma sem o yod com várias outras formas, ou seja, 3fs ou plu ou fem part., Etc. Exemplos de adição de yod a terminações femininas podem ser vistas na página 2, linha 9 [em breve], 3ª palavra(Isaías 2:2), (para hei), depois veja a página 39 [em breve] e veja as notas sobre as linhas 25, 26 e 30 e depois disso veja a linha 25 para vários exemplos onde terminações em "tiy" são 2fs. O sufixo de 2fs é simplesmente kaph se precedido por yod ou uma vogal teórica e é kiy se precedido por uma consoante. O sufixo de 2ª pessoa masculino singular (doravante 2ms) é geralmente "kah" (כה). O pronome 2fs é "'at "com shevá em M. O escriba Q adiciona com frequência um yod a este pronome. Um exemplo (entre outros) pode ser visto na 5ª palavra na linha 25 na página 42[em breve], que é Isaías 51:10. Um outro exemplo, entre muitos outros, pode ser visto na página 50[em breve]. Os exemplos e suas localizações no texto são discutidos em "Ortografia do Escriba Q".

D. Yod é adicionado a alguns substantivos singulares femininos antes do sufixo de 3ms

A letra Yod é adicionada às vezes à terminação de um substantivo singular construto antes do sufixo de 3ms, (nota do tradutor: ou seja, as palavras que deveriam terminar em ו terminam em יו) geralmente femininos, mas às vezes também masculinos, fazendo com que ele pareça (segundo as regras Masoréticas) que o substantivo é plural por causa do Yod adicional. Isso é confuso em Q porque os escribas Q não são consistentes nesse uso. Isso é ilustrado e descrito na página 51[em breve], onde as ilustrações são apontadas em "Variações" nas notas da "Linha 5." Também podemos ver isso acontecendo com substantivos masculinos e femininos na linha 29 da página 48.

E. A letra aleph e hei adicionadas a terminações

As letras aleph e hei são frequentemente trocados pelo escriba Q. A palavra para "chamar" ("qara") tem um aleph no final.) O escriba Q escreve esta palavra às vezes com aleph e às vezes com hei. Aleph e hei às vezes são anexado ao fim de uma palavra onde é desnecessário e com isso cria uma sílaba aberta extra. Isto pode ser influência aramaica, pois o aramaico tem o aleph no final da maioria dos substantivos. Portanto o escriba Q parece ter um "sotaque aramaico". A adição de aleph e hei desnecessários são ilustrados melhor na página 53 [em breve] em "Ortografia do Escriba Q" e em notas em "Variações". Veja um exemplo de aleph como uma provável adição aramaica pelo escriba adicionando hei em Hayah na página 4 [em breve].
Aleph também é adicionado muito regularmente a conjunções e preposições e outras partículas negativas por razões eufônicas e não gramaticais. Chamamos isso de "sotaque aramaico". Assim, "kiy" (porque) "miy" (quem) "lo" (para ele) 'liy' (para mim) "bo" (nele) "biy" (em mim) e outras palavras similares tiveram adição de aleph. Às vezes é confuso, uma vez que as palavras "para ele" ("lo") e "não" ("lo") são idênticas. Para ver uma página onde há muitas adições de aleph incluindo uma que ilustra o último comentário, veja a página 53[em breve]. Outro exemplo de adição de aleph e hei podem ser encontrados na página 37[em breve] em "Ortografia do Escriba".
Aleph é usada como semi-vogal mas é mais raro. Veja um uso interessante de Aleph como uma vogal precedendo vav, tornando claro o valor consonantal de vav nesse lugar na página 1[em breve], linha 20, sétima palavra, Isaías 1:17. O acréscimo de hei ocorre mais frequentemente para indicar uma sílaba aberta, mas em alguns casos quando hei é o sufixo final para que se pronuncie "ha", o aleph pode ser adicionado para indicar esse som. Para um exemplo, veja a página 24[em breve], linha 15, quarta palavra, Isaías 30:8.

F. Hei é adicionado a muitos sufixos e sufformativos

O uso de hei é apenas um pouco menos frequente como adição ao final de uma palavra sem qualquer alteração de significado. É empregado também no final de muitos sufixos e sufformativos. Ele é adicionado com grande frequência para 2ms e 2mpl ("kah" em vez de "ka" e "kemah em vez de "kem"). É adicionado aos sufixos de 3mpl ("emah "ou" mah "em vez de "em" ou "m" e "hemah" em vez de "hem"). O pronome de 3mpl torna-se "atemah" em vez de "atem". O hei também é adicionado às terminações verbais 2ms pf (Q pode ter "qataltah" em vez de "qatalta") Para obter um exemplo de uma página com muitas adições de hei, veja a página 35[em breve] e comentários em "Ortografia do Escriba" e também na página 30[em breve].

VII. Duplo hei pode ser o quinto tronco

Alguns verbos do quinto tronco têm um duplo hei adicionado ao final do verbo e isso pode ser um sinal do quinto tronco em Q.

VIII. Ortografia aramaica:

Ortografia peculiar consistente de algumas palavras:

A palavra "Goyiym" é consistentemente escrito com aleph depois de vav. Uma indicação clara de um ambiente aramaico entre os escribas Q é a inclusão de algumas palavras que possuem a ortografia ou pronúncia aramaica. Uma lista destas palavras seria útil e nós incluímos várias e sua localização no texto. Há uma ortografia aramaica de 2 palavras na página 1[. Veja a última palavra na linha 18 e a primeira palavra na linha 19, ambas com ortografia aramaica. Na página 40[em breve], na 1ª palavra na linha 23, uma palavra aramaica parece ser substituída como uma palavra diferente daquela que aparece em M. Pode ser de uma raiz caldeana "hdr" que significa caminhos tortuosos. Na página 51[em breve], uma palavra totalmente aramaica é substituída pela leitura em M. Veja as notas na linha 29 na palavra aramaica "yinaqu". Você encontrará também a forma aramaica da palavra "leão" na página 53[em breve] linha 8: 4ª palavra que difere da forma encontrada em M. Há uma peculiaridade aramaica no texto massorético que não é aramaico em Isaías 63: 3. Veja mais comentários sobre isso no segundo comentário sobre Isa. 63: 3 no meu comentário, onde fica claro que o aramaico no texto massorético é um erro e não é evidência de um "Dêutero Isaías", como alguns concluem erroneamente. Para ver a forma hebraica sem a preformativa aramaica na última linha na página 50[em breve] e a última palavra no versículo 63: 3 em Q, vá para a página 50 [em breve]. A palavra "ga'altiy" é marcada com uma estrela vermelha. Siga o link da explicação sobre a importância desta palavra para refutar a teoria do Dêutero-Isaías.

Veja a página 44[em breve], linha 24, onde o escriba Q comete o mesmo erro ao colocar um aleph preformativo do quinto tronco onde deveria ter colocado um hei.

IX. Mais do que um escriba

Há evidências de que mais de um escriba trabalhou no texto original do rolo.

Prova de ortografia:
Algumas palavras estão consistentemente com uma ortografia errada por várias páginas e logo em seguida a ortografia alterna para uma forma correta. A parte inicial do livro contem partículas, conjunções e preposições como "lo, kiy, miy, biy, etc. escritas da mesma forma que M, mas há uma mudança desta ortografia normal para adicionar consistentemente aleph ao final de cada uma dessas formas. As quebras no uso são abruptas e outras anomalias estão associadas às mudanças de ortografia que indicam que uma mão diferente escreveu a página anterior. A ortografia dos sufixos "kem" e "hem" apenas nas primeiras páginas e mudando para uma ortografia consistente de "kemah" e "hemah" nas últimas páginas é evidência adicional de uma mão diferente e / ou um "sotaque" diferente. A página 12[em breve] é um bom exemplo para ver diferentes mãos em adições editoriais.

O número de erros:
Embora existam variações em cada página em Q a partir do texto M, existem algumas páginas nas quais as variações são devidas ao descuido e a escrita desajeitada que parece indicar que uma mão diferente tomou a caneta. Vamos citar estas páginas no texto.

X. Adições editoriais e marcas

Marcas editoriais:

Provavelmente houve vários editores durante um longo período de tempo indicado pela forma diferente de script que foi adicionado entre as linhas e nas margens. Existem três tipos principais de marcas editoriais que serão encontradas. Elas foram adicionadas por editores que personalizaram o rolo para si. Estas três marcas são: 1. traços horizontais na margem direita, 2. um X grande é a margem esquerda e 3. uma marca que eu descrevo como um chapéu-coco. Uma grande marca em forma de O é encontrada em duas páginas, talvez três, mas não há razão aparente para a marca.

Traços horizontais:

Das primeiras três principais marcas: 1. A primeira, as marcas horizontais são geralmente emparelhadas e marcam uma seção de texto que era importante para o leitor. Essas seções podem ter alguns versos longos, mas às vezes abrangem a maioria de um capítulo.

Um grande X:

2. Um X grande na margem esquerda está conectado à página à direita e denota ao editor uma passagem importante que ele deseja destacar. Geralmente esta passagem é do tamanho de um versículo. Um único X é usado como regra, embora haja uma ocasião em que dois X's indicam o começo e o fim de uma passagem. Uma ilustração x's marcando uma seção à direita pode ser vista no Pesher de Habakkuk.

O chapéu-coco:

3. O chapéu-coco está sempre na margem direita da página. Denota uma divisão importante no conteúdo contextual do livro. A principal divisão do livro é bem conhecida, ou seja, os capítulos 1 a 39 e os capítulos 40 a 66. O chapéu-coco é encontrado (entre outros lugares) na parte inferior da página 32[em breve] no início do capítulo 40. Consulte a página 28[em breve] para links Para todas as páginas com a marca "chapéu-coco".

O grande O:

Três páginas têm o que parece um grande "O" achatado, mas não há razão aparente para a marca. Veja a marca na página 17[em breve] na parte superior esquerda da primeira linha e na página 28[em breve] no final da linha 18, que está logo antes das linhas escritas em letras pequenas. Além disso, a marca pode aparecer na página 4[em breve] acima da única palavra na linha 21, que é o fim de um parágrafo e seção que compara Sião com uma vinha. A palavra que aparece é "tsa'aqah" (um grito) e não se espera nenhuma adição editorial de qualquer letra a esta palavra.

Existem outras três marcas de forma e interesse incomuns

1. Uma delas é descrito abaixo em "pontos abaixo"[em breve]. Siga os links lá para a mais incomum de todas as notações editoriais. 2. Depois, há uma marca incomum que, à primeira vista, se assemelha a um "tsadey" entre as margens das páginas 6 e 7 na linha 8. Consulte a página 7[em breve] para obter uma descrição dessa marca incomum.

3. Muita discussão foi feita sobre uma marca que para alguns se assemelha a um caracter chinês. Veja a marca e minha discussão sobre ela e uma explicação mais simples do que uma que sugere o semi-absurdo que a comunidade de Qumran poderia ter falado chinês na página 22[em breve].

Marcas e notações não identificadas

Existem várias marcas editoriais no texto para as quais não existe uma explicação adequada. Uma é encontrada na página 27[em breve] no final da segunda linha. Veja a descrição lá. Veja uma notação peculiar na página 21[em breve]. Na mesma página, há uma marca não identificada que se parece com um Z ligado à parte superior direita de um traço vertical. Esta página (21) também possui a tal "marca chinesa" na margem esquerda.

XI. O uso de pontos para correções

Se um editor, ou talvez o escriba original, achasse que uma palavra errada estava no texto, ele colocava um ponto acima ou abaixo de cada uma das letras erradas e geralmente, mas nem sempre, escrevia a leitura correta no espaço entre as linhas. Veja as páginas 3[em breve] nas linha 25 e 26 para ver um exemplo de palavras pontilhadas com correções escritas entre a linha.

Um exemplo de um editor posterior que faz essas correções pode ser visto na página 33[em breve] entre as linhas 6 e 7, onde a letra do editor é obviamente diferente da letra do escriba. Um exemplo e explicação de pontos colocados abaixo e acima de duas palavras que não pertencem ao texto, provavelmente feito pelo escriba original, pode ser visto na página 10[em breve] na linha 23 (4ª e 5ª palavras). Veja as anotações no título "Erros do Escriba".

Outra correção interessante usando pontos pode ser vista na página 40[em breve] na linha 9. Leia a descrição no título "Adições Editoriais ao Texto".

Na página 26, linha 10 há uma letra meim que é marcada com talvez 3 pontos para mostrar que é um erro.

Na página 28 há um total de 4 lugares marcados com pontos. Um número que não é comum em uma única página.

Na página 29, existem dois lugares que estão pontilhados e nenhuma tentativa é feita para escrever entre as linhas indicando que as palavras pontilhadas não pertencem ao texto.

Na página 23, linha 12, há uma única letra pontilhada. É mais provável que seja um erro editorial, em vez de um erro do escriba.

Na página 3, linha 6 no final da linha, há 2 pontos que não tem nenhuma explicação.

Na página 31 há um caso interessante. O escriba inverteu a ordem das letras Beit e Shin na palavra.Veja isso na página 31, linha 5, 9ª palavra.

Os pontos mais incomuns no manuscrito

A série mais interessante de "pontos" é realmente uma notação em miniatura.

Na página 35, há um uso interessante de pontos onde o nome de Deus YHVH não está no texto Q mas está no texto M. O escriba indica a omissão pelo que primeiro parece ser o uso dos pontos, mas ele não reescreveu a palavra que faltava, como é normal. Mas, em uma investigação mais aprofundada sobre os "pontos", descobriu-se uma miniaturização mais incomum da escrita nesse local. Os pontos tem um formato específico e são uma forma de notação. Não apenas a notação é de grande interesse mas o método de escrever formas tão pequenas, mas distintas, levanta questões interessantes. A explicação mais popular dos "pontos" é que as marcas são restos do nome divino (YHVH) que foram apagadas ou desgastadas e que os traços apagados quase não são vistos. Uma investigação simples parece provar que esta é uma explicação errada. Dê uma olhada e, por favor, expresse sua opinião. Isso pode ser visto na página 35[em breve]. Existem outros exemplos similares de miniaturização observados na próxima seção.

Incríveis notações em miniatura

As notações em miniatura como a mencionada na última seção podem ser encontradas em várias páginas. Veja o que parece ser outra notação em miniatura na página 9[em breve]. Veja também a página 21, linha 20, onde a notação é semi-legível e na mesma página há outra notação entre as linhas 23 e 24; Veja também a página 30 para uma notação de 2 linhas. E veja a notação mais importante na página 35 descrita acima. É difícil dizer como foram feitas e algumas não podem ser lidas ou mesmo adivinhadas. Isso certamente vale mais uma investigação. Veja também o que pode ser uma notação conectada a uma omissão de 10 palavras na página 18[em breve].

Minhas notas incluem:

Kituv e Qerey

O Texto Massorético é o "Texto Recebido". Ele contém alguns erros conhecidos. Quando um erro é identificado a forma correta de leitura é inserida no rodapé. A leitura errada no Texto Recebido é chamada de "kituv" (que significa "escrito") e a leitura que está na nota de rodapé é chamada de "qerey" (que significa "lido"). Alguns textos modernos colocam o "qerey" no texto e o "kituv" na nota de rodapé. Nesses lugares em Isaiah, onde há um kituv-qerey em M, podemos ver se o escriba Q concorda com o kituv ou com o qerey.

Impressões digitais

Uma impressão digital muito clara do escriba pode ser vista na página 44[em breve] entre as linhas 10 e 13. Você encontrará links para outras páginas com impressões digitais. Leia os comentários no título "Características físicas". Outras páginas têm marcas que podem ser impressões digitais feitas por um escriba descuidado. Veja a página 11, linha 28; Página 26 linha 12; Página 33 linha 4; E página 40, linha 28.

Marcas e edições controversas

Existem marcas muito controversas editadas no rolo. Algumas delas estão listadas em "Incríveis notações em miniatura" acima, mas há marcas editadas que colocam em dúvida o tempo em que o rolo foi colocado nas cavernas de Qumran. Existem números arábicos, vogais massoréticas e outros símbolos medievais que foram editados no rolo. Estes não poderiam ter sido editados no rolo entre o primeiro século AC e o primeiro século AD, período no qual se diz que o rolo foi escrito e colocado nos vasos selados nas cavernas de Qumran. Essas marcas controversas não estão sendo listadas aqui on-line, mas podem ser vistas no meu CD neste lugar. Se estiver interessado no CD, clique aqui
Se algum leitor tiver insights que possam adicionar a essas observações, gostaria de sabê-los.

Voltar para a página do diretório